Hapz, de Renato Cariani, abre centro de distribuição em Cariacica

Marca que tem Renato Cariani como sócio escolheu o município como base para distribuir seus produtos pelo país.

Por João Flávio Figueiredo ·

Hapz, de Renato Cariani, abre centro de distribuição em Cariacica

<p>A Hapz, marca de alimentos saudáveis que tem o influenciador Renato Cariani como sócio, montou em Cariacica a base de onde vai abastecer lojas de suplementos, academias e empórios de todo o país.<br><br>Antes de os potes chegarem às prateleiras, a operação já tinha pedidos. Na pré-venda para lojistas, a marca diz ter vendido mais de R$ 1,7 milhão, o equivalente a cerca de 70 mil potes.<br><br>A empresa tem fábrica em Minas Gerais e centro de distribuição no Espírito Santo. O investimento inicial foi de cerca de R$ 10 milhões, incluindo o desenvolvimento do produto e uma linha de produção automatizada.<br><br>Cariacica vem atraindo operações do tipo. Em setembro, Amazon e DHL inauguraram no município o primeiro centro de distribuição das duas empresas no estado.<br><br>O negócio é comandado por Rodrigo Cardoso, ex-CEO da Dr. Peanut. Cariani gostou tanto do produto que quis virar sócio, com um aporte equivalente ao dos demais. Hoje ele é o diretor de marketing da empresa.<br><br>A rede de vendas já está montada. A Hapz diz ter 30 mil clientes no Brasil, atendidos por cerca de 20 representantes comerciais e televendas. “Inicialmente, 90% das nossas vendas devem vir do varejo e 10% do comércio on-line”, disse Cardoso à Exame.<br><br>Para os três primeiros meses, a projeção é faturar entre R$ 5 milhões e R$ 7 milhões, com cerca de 250 mil unidades vendidas. São quase 3 mil potes por dia saindo de uma operação baseada em Cariacica.<br><br>A partir de novembro, a marca entra no e-commerce próprio e nos principais marketplaces do país. Para o início de 2027, planeja chegar a supermercados, farmácias e food service, com porções individuais para hotéis e embalagens maiores para confeitarias e sorveterias.<br><br>A meta é faturar R$ 500 milhões em cinco anos. Segundo Cardoso, a fábrica aguenta até R$ 1 bilhão por ano.</p>