Coral Lanchas vai investir R$ 7 milhões em fábrica em Sooretama com capacidade para produzir 30 embarcações por mês
Estaleiro fluminense escolheu o Norte do Espírito Santo para sua expansão industrial. Nova unidade terá cerca de 23 mil m² e deve multiplicar a capacidade produtiva da empresa.
Por Redação ·
<p>O Espírito Santo deve receber mais um investimento industrial voltado à economia do mar. A Coral Lanchas, estaleiro sediado no Rio de Janeiro especializado na fabricação de embarcações de pequeno porte, confirmou planos para instalar uma nova fábrica em Sooretama, no Norte capixaba, com investimento estimado entre R$ 5 milhões e R$ 7 milhões.</p><p>A nova unidade ocupará uma área de aproximadamente 23 mil metros quadrados e foi projetada para produzir até 30 embarcações por mês, entre modelos de 21 e 50 pés. Hoje, a empresa fabrica entre seis e dez barcos mensalmente, o que significa que a planta capixaba poderá elevar a capacidade produtiva para até cinco vezes o volume atual.</p><p>Segundo o CEO da Coral Lanchas, Roger Santana, o projeto está pronto para sair do papel e aguarda apenas a ligação da rede de energia elétrica para o início das obras. A expectativa é que a nova fábrica seja mais moderna, planejada para produção em maior escala e preparada para atender ao crescimento da demanda nacional.</p><p>Atualmente, a Coral Lanchas comercializa embarcações para diversas regiões do Brasil. A decisão de expandir a produção para o Espírito Santo reforça a atratividade do Estado para novos investimentos industriais, especialmente em municípios do interior que vêm recebendo empreendimentos ligados à indústria, logística e economia do mar.</p><p>A escolha de Sooretama também amplia o movimento de interiorização dos investimentos privados no Espírito Santo. Além da localização estratégica entre importantes corredores logísticos do Norte capixaba, o município passa a atrair uma indústria de maior valor agregado, fortalecendo a diversificação da economia regional.</p><p>Ainda não foram divulgados oficialmente o cronograma das obras, o número de empregos previstos ou a data de início da operação da unidade. Essas definições deverão ocorrer após a conclusão da infraestrutura necessária para o empreendimento.</p>