Condomínio com VGV de R$ 560 milhões coloca Santa Leopoldina na rota dos investimentos imobiliários
Primeiro condomínio agro-gastronômico do Brasil já recebeu mais de R$ 80 milhões em investimentos e terá 560 lotes em área superior a 2 milhões de metros quadrados
Por Redação ·
<p>A região serrana do Espírito Santo acaba de receber um empreendimento que une mercado imobiliário, turismo e experiências ligadas ao campo. Instalado em Santa Leopoldina, o primeiro condomínio agro-gastronômico do Brasil aposta em um conceito que combina residências, lazer, gastronomia e atividades rurais em uma única proposta.</p><p>Com VGV estimado em R$ 560 milhões, o projeto figura entre os maiores empreendimentos imobiliários em desenvolvimento na região serrana capixaba. A área total supera 2 milhões de metros quadrados e o plano completo prevê 560 lotes distribuídos em diferentes etapas.</p><p>Até agora, mais de R$ 80 milhões já foram investidos na implantação da infraestrutura, das áreas de convivência e dos equipamentos de lazer. As primeiras fases registraram forte adesão do mercado, demonstrando a receptividade dos compradores a modelos residenciais fora dos grandes centros urbanos.</p><p>O perfil da demanda também mudou ao longo do desenvolvimento do projeto. Inicialmente direcionado ao mercado de segunda residência, o condomínio passou a atrair famílias interessadas em estabelecer moradia permanente na região. A busca por mais espaço, contato com a natureza e qualidade de vida tem impulsionado esse movimento.</p><p>O empreendimento surge em um momento de expansão do mercado imobiliário capixaba e reforça uma tendência de interiorização dos investimentos. Historicamente concentrado no litoral e na Grande Vitória, o setor começa a enxergar novas oportunidades em municípios serranos com vocação turística e forte conexão com o meio rural.</p><p>Para Santa Leopoldina, o projeto representa a chegada de um novo ciclo de investimentos ligado ao turismo, ao lazer e à valorização imobiliária. Ao mesmo tempo, amplia a presença da região serrana em um segmento que movimenta bilhões de reais e ganha cada vez mais espaço no Espírito Santo.</p>